Thirty in tree.

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menos de três dias em terras irlandesas regados a guinness (não sou fã de stout porém é verdade que ela é mais gostosa lá, mesmo que seja apenas sugestão mental) e tentando cumprir um roteiro com muita coisa pra ver em pouco tempo. devo ter conseguido riscar metade da lista, e sendo eu essa turista preguiçosa e lenta já considero vitória. :)

dublin é definitivamente uma cidade jovem. muitos hipsters barbudos, quase nenhum carrinho de bebê. vi poucos idosos, poucas crianças, poucas minorias étnicas, MUITO restaurante mexicano, donuterias e, infelizmente, pedintes. vi muito menos brasileiros do que esperava. irlandeses passam manteiga nos scones ao invés de clotted cream, dormem tarde e acordam tarde aos fins de semana (ruas vazias às nove da manhã, impensável nessa minha megalópole) e comigo foram muito gentis. no quesito gororoba foi meio hit or miss, deu super certo algumas vezes e super errado em outras. há programas que eu não repetiria e outros que me fariam voltar amanhã – a sopinha de frutos do mar do the bank, por exemplo. ♥

Dublin, Day 3

last day. ruas quase VAZIAS às nove da manhã de um domingo, a mão do pavarotti (what) e breakfast num café chamado taste food; pedi panquecas com bacon, veio muito mais panqueca do bacon e QUATRO molhos pra escolher (ou misturar tudo): maple syrup, salted caramel, lemon curd e nutella.

caminhamos até a área do rio pra tentar pegar um busão pro phoenix park, mas perdemos um porque os motoristas só aceitam a quantia CORRETA em moedas (bless london, onde dá pra pagar até com cartão de crédito) e o próximo apenas dali a meia hora. acabamos indo de táxi e foi um desperdício de grana porque o parque é uma enorme área verde, boa para caminhar, correr, andar de bike ou passear cachorrinhos – fora isso não há nada de interessante pra ver ou fazer. aparentemente há veadinhos, mas não vimos nenhum. andamos pra caramba (ok, pelo menos exercício!) e tivemos que pegar outro táxi pra voltar porque sendo o parque gigante não tínhamos a menor idéia de onde ficava o ponto de ônibus mais próximo. :(

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fomos visitar a igreja de saint patrick, que cobra entrada mas é meio mixuruca em termos arquitetônicos. eu queria provar os famosos donuts da rolling donut mas achei que são mais bonitos que gostosos. um rápido rolê no parque st stephens green no centro, parada final para seafood chowder + guiness no the bank e busão pro aeroporto. dublin done and dusted; see ya next time. :)

Dublin, day 2

o dia começou com um nascer do sol promissor da janela do hotel. animada com a perspectiva de um aniversário ensolarado eu caí dentro das roupas e saí correndo em busca de um desjejum à altura.

passamos por lojinhas interessantes vendendo miniaturas, toy art e eu quis levar essa stock inteira pra casa (especialmente os artigos de cozinha), mas estava viajando só com mala de mão, damn. voltamos ao st. stephen’s – o tal shopping envidraçado – onde comi um panini de frango simples e um scone, dessa vez com passas mas ainda sem creme; vou ter que aceitar, né.

fomos conhecer o campus do trinity college e depois andamos até a estação de tara street para pegar o trem em direção a howth. pipoca doce + limericks pra viagem e duas turistas americanas meio perdidas que não sabiam se tinham entrado no trem certo; respectivo se ofereceu pra ajudar e elas não agradeceram, nem deram papo e foram pedir/aceitar ajuda de outro passageiro. chamei respectivo num canto e sugeri que parasse, já que obviamente não estava agradando. elas que pegassem trem errado e fossem à merda. ♥

howth tem uma vibe meio jersey com gaivotas, pier, casinhas coloridas, muitos barcos, bares servindo frutos do mar e uma village muito bonitinha. foi uma experiência diferente do típico roteiro urbano. não fica longe, um dia basta pra ver tudo e a vista é maravilhosa. subimos um pouco a pé, mas logo vimos que não ia rolar chegar no topo. comprei biscoitos numa padaria carregada de delícias e descemos para investigar trajetos: uma das linhas de ônibus (31) vai até o summit.

seafood chowder num dos bares da orla (muito boa, mas não excepcional como a do the bank), pegamos o ônibus e lá em cima ganhei de presente de aniversário um pôr do sol maravilhoso.

como eu não estava apropriadamente calçada achei mais prudente não descer até o farol – bem que eu gostaria. tomamos um café no pub do alto (lotadíssimo, cheio de gente jovem e meninas super maquiadas) e pegamos o trem de volta pra tara (única chance na vida de dizer i’ll go back to tara, risos).

estava meio sem fome pra encarar um super jantar de aniversário e preferi fazer um pub crawl experimentando várias novas e cervejas. encerrei a noite sentada em meio aos pisca-piscas no little ass (melhor name para um restaurante servindo burritos, haha).

Dublin, day 1

chegamos em gatwick por volta das sete; o estacionamento que reservamos deu direito a fast track, o que nos poupou uns minutos, mas com apenas meia hora to spare não ia rolar tomar um super breakfast; os restaurantes todos com fila. peguei a contragosto um sanduíche boring + pipoca + flavoured water na whsmith e aguardei o embarque. o avião da ryanair totalmente claustrofóbico, nível “não ter caído foi lucro”.

do aeroporto de dublin pegamos um shuttle bus que nos deixou bem no centro. andamos um pouco até chegar no hotel, um prédio antigo e bem bonitinho; deixamos as malas e fomos dar um rolê.

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tomei uma guiness no the bank, cujo interior é lindíssimo. ele testou a famosa seafood chowder que eles fazem e que nos foi bastante recomendada; eu só provei, mas achei uma delícia. passamos pela estátua da molly malone onde um cara aleatório e provavelmente bêbado me ensinou a cantar a música – resolvi não cortar o barato dele revelando que eu já conhecia (thanks, sinead o’connor).

entrei na H&M mais bonita que já vi até agora (olha esse teto ♥), passei pelo temple bar que estava lotadíssimo e comi um scone esquisito, com pedaços de framboesa ao invés de passas e MANTEIGA ao invés de clotted cream; aparentemente os irlandeses não dominam a arte do clotted cream, que pecado. o café era na verdade uma loja de chás dentro de um shopping lindo todo de vidro que mais parecia uma estufa francesa/palácio de cristal.

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depois de ver o pôr do sol sobre o rio liffey fomos em busca de um jantar. depois de alguns momentos de desespero sem achar nada que apetecesse acabamos entrando num indiano SUPER popular (as mesas esvaziavam e lotavam de novo em segundos, clientes entrando sem parar) que eu achei apenas ok em termos de sabor mas a conta veio astronômica e o irish coffee me deixou enjoada.

terminamos a noite no bar do hotel bebendo mais cerveja e discutindo os planos para o dia seguinte – this girl’s birthday. :)