2000 + 16

Então, esse vai estar sendo esse o Meme 2015. Também conhecido como o “Meme para tirar o blog do limbo”. Sim, ela finalmente chegou: a rendição. Me rendo ao fato de que não tenho mais saco pra blogar regularmente, perdi o ímpeto de escrever longos textão (e a capacidade foi junto, pra ser honesta), a paciência pra editar 70 fotos + selecionar dez ou quinze (que vão estar ruins de qualquer modo porque não limpo o sensor da minha câmera desde… 2006?) e o sentido de propósito nisso tudo.

Entretanto não consigo me imaginar não tendo um blog – minha identidade como “internauta” (o uso irônico do termo retrô na real entregando a idade) se formou dentro de uma caixinha de formatação de texto onde eu recontava histórias da minha vida para mim mesma, sem perceber que havia uma mini platéia se formando em volta. Mais ou menos como aconteceu com todo mundo que fez conta no Blogger nessa época. O tal do “weblog” foi uma das primeiras coisas que fiz na internet; deixar de ter um seria, de certa forma, como não estar mais aqui. So hey ho, let’s go

A idéia inicial do meme era distribuir as tarefas por cinco dias, mas hahahaha, né. Vamos ser realistas.

1. Toque as cinco melhores músicas do ano. Bem, não serão “músicas DO ano” até porque a maioria delas não foi lançada esse ano. O que importa não é a data de lançamento e sim o que eu ouvi em 2015, certo? Não tem muita novidade porque nesses 12 meses eu quase não ouvi rádio. Isso não ajuda a manter o dedo no pulso das tendencinhas musicais.

♥. Psychotherapy – Jezabels (uma das minhas bandas preferidas de 2015, uma riqueza melódica incrível, essa vozinha meio saída dos anos 80 evocando Cocteau Twins. “love you babe, you’re hotter than Peru” – sim)
♥. Lifespan – Vaults (foi até trilha de comercial de tv, mas não tenho preconceito; esse beat etéreo é puro catnip musical. “you took what you wanted to take and yet you never wanted nothing from me” – ouch)
♥. Baby Love – Petite Meller (ela é uma espécie de Lady Gaga fofinha e esse é o melhor vídeo também ♥ Como resistir às dancinhas, ao figurino da Petite? Dá até vontade de copiar esse make “blush hematoma” )
♥. Sights – London Grammar (me apaixonei pela voz dessa menina linda em 2014 – uma espécie de Florence Welch mais suave, sem a gritaria – e sigo encantada em 2015 e querendo estar no próximo show deles)
♥. Lies – Chvrches (delícia de synthpop, retrô sem soar datado, obra dessa bandinha escocesa; fez parte da trilha sonora da melhor balada de 2015. “i can sell you lies, you can’t get enough, make a true believer of anyone”)

Notou que só tem menina no vocal? Esse foi o ano delas (poderia ter citado mais um monte: Lykke Li, Russian Red, Seinabo Sey, Lola Wolf, Diane Birch, Molly Rankin, Halsey, Lianne La Havas, etc), mas… posso adicionar um bônus masculino aqui?

♥. Naive dream – The Mary Onettes
♥. Wake up call – Nothing but Thieves
♥. Too many hopes for July – Blaudzun
♥. Outsiders – Suede
♥. Under the gun – Electric Guest

E esse ano teve Spotify Premium, cortesia da Vodafone, minha operadora de celular, que só faltou me dar a bunda pra eu ficar quando pedi pra sair; nunca me senti tão amada na vida.

2. Enviar uma mensagem para quatro pessoas com quem eu deveria falar mais.

Eu sou facinha, e geralmente se não falo com alguém é porque falta assunto, afinidade ou vontade. A exceção a essa regra são meus amigos luditas, aqueles que não suportam internet/celular, ou que até suportam mas não sabem muito bem com essa coisa funciona. Recadinho de ano novo para os desconectados:

J – Eu sei que prometi ir em Agosto. E Agosto virou Setembro, que virou Novembro, que virou ‘Natal ou Ano Novo’ e que agora acena como uma possibilidade na primavera. Se eu estiver viva até lá e se você ainda acreditar que eu sou capaz de entrar no site da FlyBe e comprar passagens, prometo despencar de novo na ilhota pra conhecer a sua casa nova, ver o tanto que a sua filha cresceu, aturar de bom humor as indiscrições do seu ex e te resgatar mais uma vez de outra bebedeira – dessa vez de rosé, porque agora você é chique, bem, e garrafas de Sagres não entram mais no seu carrinho de supermercado, nem na comanda do Royal. Love you, see you soon (promise!)”

F – Outro dia vi um rapaz na balada rebolando alegremente ao som da Lady Gaga e algo nele me fez lembrar de você dublando Robocop Gay dos Mamonas Assassinas na sala da casa da V., a mãe dela fazendo xixi de fato nas calças e a P. gritando pra vizinha vir ver. Meu aniversário foi o melhor dos últimos anos e eu já estou triste por pensar que mês que vem não vai ter a gente cantando Farol das Estrelas do Soweto, nem você dando receita de farofa pro dono do restaurante enquanto eu te chutava embaixo da mesa e nem o nosso campeonato de piadas de mau gosto (ou apenas ruins, mesmo). Em 2016 como sempre o mundo vai nos entender ainda menos. Mas dane-se o mundo, porque a gente vai se entender ainda mais.”

M – Você foi a única coisa boa que ficou de um lugar que já foi tão importante pra mim, a única memória bacana que ainda se esconde por trás daquelas esquinas que agora só me servem como cenário de pesadelos. Você nunca está neles, e às vezes a gente demora tanto a se ver que eu começo a esquecer o seu rosto – mas aí basta lembrar que você parece com aquele cara feio do New Kids on The Block. Tô com saudade do bolinho branco da sua mãe, de sentar na soleira da janela do seu quarto com uma garrafa de Antarctica na mão, de folhear sua coleção de selos, de ouvir a sua voz tranquila, doce e triste, que ao contrário do seu rosto nunca sai da minha memória. Põe uma pra gelar que eu tô chegando.”

M – A gente se fala pouco e quase sempre ao fim da conversa eu tenho vontade de dar um block pra cada letra do seu nome. Porque você é rude, inconveniente, mentiroso, agressivo e arrogante. Eu perdôo os seus defeitos porque é como se estivesse perdoando a mim mesma; sei que se um dia eu resolvesse cortar contato seria como reconhecer que eu também não mereço segundas (e terceiras, décimas) chances. É fácil amar o que é amável, mas te tolerar é um exercício de paciência – e às vezes, admito, também um prazer. Obrigada pelas risadas, pela amizade que me fez achar meu chão naquela piscina sem fundo, pelo melhor arroz com salsicha e apesar de tudo eu espero que em 2016 você não mude. Não muito.”

3. Listar três coisas pelas quais você é grata.

2015 não foi um ano de muita gratidão. Começou inclusive muito mal. Perdi coisas importantes, sim, mas eu sou daquelas que vê vantagem em ter quebrado uma perna só ao invés de duas. Os bônus de sempre são: não ter morrido, não ter sido diagnosticada com alguma doença terrível (toc toc, o ano ainda não acabou) e manter meus privilégios (um teto e coisas gostosas pra comer). Mas além do básico e essencial, esse ano eu me vi grata por:

– Ter conhecido mais do interior da Inglaterra e estado tantos lugares diferentes graças à minha carteirinha do National Trust.

– Ter mudado a minha dieta, o que “consertou” o meu metabolismo quebrado e ter começado a fazer exercícios e a caminhar regularmente. Ver músculos surgindo onde antes só tinha pelanca is quite something. ♥

– Ter conhecido pessoas bacanas, interessantes, generosas e que estão me ajudando a caminhar para frente. Depois da legião de oportunistas, malucos e babacas dos últimos anos, amém, eu merecia.

2. Termine duas coisas que você precisa fazer.

– Terminada a lista (a LISTA! hahaha) de coisas para fazer na reforma do banheiro. Zero glamour de tarefa, mas minha sala de banho vai ficar uma graça.
– Todos os frilas de 2015 estão prontos e foram entregues. Estarei em recesso até o meu aniversário.

1. Escolha uma palavra para descrever o ano.

Fico entre “descoberta” e “aceitação”. A primeira soa definitivamente melhor, mas aceitar mudanças foi o que me finalmente me trouxe paz, me forçou a desenferrujar minha capacidade de adaptação e abriu espaço para descobrir – coisas, lugares, pessoas e o meu potencial.

Mais um ciclo encerrado. All in all? Not bad.
Não vou reclamar de um ano em que eu não morri. Estamos inteiros. Thanks, 2015. ♥

[6×6] Beautiful Things

1. Fachadas coloridas em Hampstead Heath.
2. Louças da Anthropologie (e chás em caixinhas adoráveis)
3. Rosas resistindo ao frio e florescendo na reta final do outono.
4. Decoração de Natal de Covent Garden (esse ano temos mistletoes gigantes).
5. Annuals vintage (cada capa mais linda que a outra).
6. Saint Pancras station (a estação mais linda do mundo? haha).

Depois de um mico no mês passado onde eu esqueci total do projeto (novembro foi punk e olha que passou voando), é nóis aki trá veiz trazendo coisas bonitas que alegram os olhos. Tá meio difícil fazer fotos ultimamente porque os dias já estão cor de chumbo e a iluminação natural começa e termina na parte da manhã – isto é, quando começa… Mas raspei o tacho e consegui reunir seis coisas que me ajudaram a encarar os primeiros dias de muito vento e chuva de dezembro e preparar o espírito para a escuridão invernal (confesso que gosto quando ela se instala, mas a contagem regressiva pra mergulhar no breu pode ser meio assustadora) e o final de um ano que foi complicado em alguns aspectos mas MUITO recompensante por outros. All is well, all is moving, all is still beautiful and filled with love and joy. ♥

More beauty: Taís (Irlanda) – Alê (Ucrânia) – Paula (Holanda) – Loma (Coreia do Sul) – Paula (Austrália)

Warm and lovely.

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Sawmill café, em Stratford. Toda uma vibe “cafeteria artesanal hipster”. O staff simpático explicou os ingredientes de todos os bolos na vitrine, mas trouxe o chá sem leite e o rapaz pareceu surpreso quando pedimos. “Leite… no chá?” Well, eles são poloneses. Tá perdoado. :)

Os bolos são gostosos; a vibe é leste européia; a massa é mais úmida, porém menos doce e eles pesam um pouco a mão no creme batido – mas não estou reclamando. O display de comidinhas salgadas é apetitoso. Infelizmente não provei nenhuma, mas fica aí uma boa desculpa para voltar. :)

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(tomei um empurrão acidental de alguém que vinha saindo quando estava fazendo essa foto, mas vou postar assim mesmo porque olha esses bolos, cara)

Wa Café

Eu já tinha mencionado por alto aqui o Wa Café em Ealing; não fica super perto de casa e não sei se isso é bom ou mau. Se tivesse uma filial logo ali na esquina eu estaria lá todo fim de semana, ficando cada vez mais pobre e menos magra. :)

O café não é grande e a quantidade de mesas é limitada, mas tem janelas enormes enchendo o interior de luz. O staff opera naquele nível de simpatia e eficiência que definem o atendimento ao cliente no Japão. Os bolos e pães são super fresquinhos, provavelmente porque tudo é feito no local e esgota rápido. As atendentes reestocam a vitrine constantemente, mas alguns item são limitados e não estavam mais disponíveis no meio da tarde. Conclusão: chegue cedo! :)

Japoneses na produção, no serviço e formando a maior parte da clientela. Ealing é uma espécie de mini-Japão em Londres e eu só fiquei sabendo disso recentemente.

Eu gosto muito da versão made in Japan da patisserie francesa. Os doces tradicionais são um pouco diferentes, mas quando estive em Tóquio *todo* café servia uma variedade de tartes, macarons, cheesecakes, petit gateaux… Era como se eu estivesse em Paris, mas com uma loja da Kiddyland do lado e gothic lolitas lá fora – ou seja, já encontrei minha versão ideal de paraíso. ♥

(Repetindo essas fotos do outro post por motivos de: fotos de comida nunca são demais)

O chá verde é especialmente bonito, mas eu não gosto muito de chá verde – o que torna o meu segundo pedido um tanto quanto inexplicável:

Yup. Soy latte macha. Very hipster, mas era tão lindo que eu tive que arriscar. Veredito: não é nem de longe tão ruim quanto eu esperava, mas de fato não sou fã do sabor forte de ervas. Prefiro meu latte puro (ou com caramelo) e leite de vaca, please.

Começamos pelos salgados: o meu pãozinho tem recheio de frango com molho teriyaki e queijo. Tava super gostoso, mas podia ter mais recheio aí. Muito mais.

Colega pediu esse “enroladinho” (hello, cantina da escola!) de queijo e presunto. Ele disse que estava perfeito e pela cara parecia mesmo. Também esqueceu de me dar um pedaço, o que obviamente configura ganância delícia.

Respectivo pediu queijo e bacon. Dessa vez consegui uma mordida e uh-lala. Very good indeed. Tá na wishlist pra pedir da próxima vez que visitar.

Hora da sobremesa:

Eu tinha que provar o clássico: strawberry chiffon cake. Um dos bolinhos mais famosos da culinária japonesa, presença bastante popular em festinhas de aniversário. A massa é fofinha e não muito doce; o creme é super leve e a sensação aqui deve ser bem parecida com a de morder uma nuvem. E esses morangos? Say no more, just eat.

Continuando com a vibe patisserie, esse é o trio de choux. Os recheios são de azuki (sim, um tipo de feijão; não, não faça essa cara), chá verde e sésamo. Soa terrrível, mas eu provei um pedacinho de cada e estavam deliciosos.

Famoso Mont Blanc; uma castanha inteira envolvida em creme batido dentro de uma tortinha de frangipane (que leva amêndoas) e coberta por um glacê de castanhas francesas. Amém.

Foto feia que não faz muita justiça a esse delicioso cheesecake de baunilha. Simples, porém muito bem feito e inesquecível. Mas nada é perfeito: a fatia é pequena demais.

Não resisti a levar um takeaway pra casa: os cones com recheio de nutella (?) decorados com esse pequeno koala (que é um biscoitinho chinfrim encontrado em qualquer mercearia de Chinatown – but oh so cute).

Já voltei lá outra vez e provei coisas diferentes. Recomendada a visita, apesar de ficar meio longe do centro. Não vai ser barato; cada fatia (pequena) de bolo custa por volta de 4 lilis, mas você recebe o valor do “investimento” de volta em termos de sabor, ambiente, serviço e apresentação. :)

The point is still the silence of your words

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The leaves are leaving me.
Outono, que mal começou, já acelerando para acabar. Oficialmente dois meses para 2016 já estar dando seus primeiros passos rumo ao fim.

Nessa época do ano é engraçado ver as lojas *desesperadas* para que o dia 31 de Outubro acabe logo e eles possam tirar abóboras, bruxas e esqueletos das prateleiras e encher tudo de enfeites natalinos. Desde meados de outubro as seções de Natal já estão funcionando, mas precisam dividir espaço nas vitrines com o Halloween. E você pode ver o desespero hesitante em tempo real, os itens nas prateleiras sendo *lentamente* empurrados para um cantinho a fim de que bonecos de neve, renas e papais noéis ocupem cada vez mais lugar. Goodbye preto, laranja e roxo; hello verde e vermelho.

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Muffin clandestino (não costumo comer açúcar durante a semana) do dia no BBs: toffee apple. Uma edição limitada com pedacinhos de maçã assada na massa e a cobertura de caramelo com esse confeito em forma de coruja. Mimo de Halloween.

No fim de semana passado comprei dois pacotes de Oreo – o biscoito que jurei que não ia comprar nunca mais, porque não gosto e sempre me enjoa – por motivos de: recheio de manteiga de amendoin. ♥ O outro era um Oreo branco. Posso não gostar de Oreo, mas não resisto a uma novidade. Decidi não comprar o cookie cake na Millie’s e me arrependi amargamente porque essa semana eles estavam decorados com bruxinhas e fantasmas e eu tenho 10 anos. Mas comprei roulade de café na Marks & Spencer para compensar. Os Oreos? Meh. Decidi que não gosto mesmo.

Canecas do dia: polka dots douradas na BHS:

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Princesa Leia na Disney Store: as alças duplas são os sidebuns. Nerd love. ♥

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O Halloween 2015 aconteceu em Kent, e antes teve passeio pelo countryside. Por aqui dizem que um dos sinais da velhice chegando é planejar caminhadas pelo campo seguidas de chá com bolo no fim de semana – ou seja, aparentemente estou a dois passos da casa de repouso.

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Pegue aqui suas maçãs gratuitas. ♥

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Fiquei com vontade de pegar mesmo tantas dentro de cada saco e achei a maioria fosse estragar e não quis desperdiçar a generosidade alheia.

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Hora do bolo, que hora tão feliz.

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Licor de sabugueiro e framboesa.

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Perfeito esse bolinho. ♥

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E esses saleiros de patinhos? Cada mesa tinha um conjunto diferente: ovelhas, corujas, porquinhos, etc.

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Saddlescombe é uma fazenda de verdade, funcionando 100%. Durante todo o tempo ficamos ouvindo os berros dos bezerros recém-separados das mães. Triste, but such is farm life. :/

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E se uma vaca preta cruzar o seu caminho no halloween?

Epping Forest

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Pequeno privilégio entre alguns consideráveis incômodos de não morar no centro: morar perto do campo.

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O chão estava coberto por um tapete de folhas mortas, musgos e cogumelos ornamentais – e alguns cocôs de cachorro escondidos no meio, como não?

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E no meio do caminho, um lago:

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Vimos somente um casal de velhinhos passeando com o cachorro e dois ciclistas que passaram voando. Mais ninguém. Paz. ♥

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“É por aqui?”image

Hollies são tão natalinas…

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Viajando segura no bolso:

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E tudo termina bem se termina em cider.

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Kew Greenhouse

Baked cheesecake (fica com textura de bolo), suculentas (e a dona da floricultura me olhando feio porque eu estava fotografando; eu sorri e continuei), carros antigos, folhas caindo, persianas coloridas e solzinho de outono pelas ruas de Kew em Richmond.

P.S.: O café se chama Kew Greenhouse; eles não atendem com um sorriso (eu não me importo) mas o bolo é uma delícia. ♥

Shoreditchin’

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Desde que Liverpool Street passou a ser a minha estação de baldeação entre TFL Rail e Underground eu tenho passado mais tempo conhecendo melhor esse pedacinho colorido e alternativo da cidade.

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“Se eu fosse maior eu te destroçaria” HAHAHA gatos. ♥

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Obrigatória foto de pé para mostrar o chão bacana:

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Books ♥:

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“Aprenda a arte perdida de fazer sentido”

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E essas edições da Pulp? Clássicos com capas retrôs, quero todas:

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A de Pride and Prejudice: “tranque suas filhas, Mr. Darcy está na área!” ilustrada por um Colin Firth fumante e com cara de latin lover. ♥ (necessito um pôster disso)

Não pode faltar bolo; esse aqui é do Kahaila Café em Brick Lane; ali quase ao lado do Cereal Killer.

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A cara ótima dos bolos coloridos na vitrine me seduziu. ♥ Pedi esse de framboesa com cobertura/recheio de buttercream e framboesas desidratadas e não me decepcionei. Minha amiga disse que o cupcake de red velvet dela foi um dos melhores que ela provou em Londres até hoje (wow, segura essa, Mary Berry!).

Na parte de trás tem uma área grande cheia de mesas e com wi-fi decente. Muitas das mesas eram “comunais”, o que não é exatamente a minha praia mas não me importou no dia. Todo mundo estava apenas se divertindo, papeando ou usando os laptops, e a atmosfera era agradável e relaxante; um monte de hipsters pra quem curte um people watching. O café é uma caridade registrada e seu dinheiro beneficia a comunidade local; naquela semana o projeto escolhido trabalhava com detentas a fim de orientá-las e reinseri-las no mercado de trabalho.

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A única parte desagradável foi o café. Pedi um americano e fui obrigada a desistir dele. MUITO amargo, nenhuma quantidade de leite foi capaz de salvar. Em Londres as pessoas aqui acham que café forte = amargo, o que não procede (e não acontece em outros países com tradição na bebida, como França ou na Itália). Da próxima vez peço chá. Outra opção são as sodas e os sucos de frutas que estavam com uma cara bem boa. :)

Finalizando, pint no Ten Bells ali pertinho – esse é o pub conhecido pela sua associação com os crimes do Jack the Ripper; uma das suas vítimas tomou ali sua última cervejinha, e a outra se prostituía na calçada. Por muito tempo o pub levou o nome de “Jack The Ripper” e exibiu uma decoração temática, mas a organização contra a violência sexual Reclaim the Night pediu que o nome fosse alterado e a memorabilia removida, por acreditar que um assassino de mulheres não deveria ter o seu nome celebrado.

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A essência de Shoreditch?

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Quem liga pro rock’n’roll…

That Was the Week that Was

Semana corrida com trabalho, médico, aporrinhações, faxina e buscar a sogra em Heathrow voltando das férias. Pra evitar o stress na cozinha (e como toda boa finlandesa ela gosta de peixe) fomos jantar no Loch Fyne, um restaurante de frutos do mar com vibe escocesa. Minha entrada foi salmão defumado + cream cheese com cebolinha.

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O salmão estava ótimo, porém o que eu amei mesmo foi esse pãozinho com textura de bolo. ♥

Prato principal: badejo. Não sou fã de peixe mas não me arrependi. Porém confesso que a minha principal motivação para escolher esse prato foram as batatas dauphinoise e molho de alho-poró com creme de leite. :)

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Encerrando com sticky toffee pudding:

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Já comi melhores, mas: tava bão.

Encontrei a miga no Southbank Centre e fomos ver a exposição The World Goes Pop no Tate Modern:

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A biblioteca do Tate que eu ainda não conhecia (a seção de livros infantis é delícia nível “esses livros são tão lindos que eu quero comê-los”) e uma foto clandestina da exposição; não pode fotografar, mas como resistir a essa vagina florida e espelhada? :)

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Fotografando para registro/inspiração/consumerist enabling a bolsa escândalo da amiga (para os interessados tem à venda no Tate):

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Pub time:

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E cruzar a ponte com essa vista; as luzes da cidade, quase ao alcance da mão, começando a acordar:

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Na Tiger de Oxford Street comprei essas luvas com “dedos magnéticos” (risos) para usar com o celular. Nada pior do que ter que ficar tirando as luvas o tempo todo no inverno pra fazer uma foto e congelar os dedinhos – e aquelas onde as pontas dos dedos ficam descobertas não esquentam nada. É claro que eu já tinha visto luvas assim antes, mas não eram tão bonitinhas e nem custavam só 3 libras, heh. :) O apetrecho rosa no meio é um cortador de papel. ♥

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Dia seguinte, fuçando a livraria da Selfridges. Não sei de onde veio tanto interesse em copiar francesas. O que vocês acham desse papo torto de que toda parisiense é “chique e magra”?

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Curti a capa desse livro “Cat Lady Chic” (uma tentativa de mudar a percepção das mulheres que amam felinos? Mais “chic” e menos “crazy”?), com a maravilhosa Carole Lombard sendo éterea ao lado de um bichano sendo demente. Dentro, várias divas posando com gatinhos. Ao lado o livro da divina Sevigny (girl crush since the 90s).

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Fui com uma amiga tomar chá na Fortnum & Mason, já decorada para o Halloween. O chá estava fraco (usaram poucas folhas ou água morna), a louça sem charme, o bolo veio errado (na verdade eu escolhi errado porque o garçom falava feito um papagaio com soluço), o serviço era lento (quase esqueceram de trazer o bolo, que inclusive nem estava gostoso) e pagamos 15 libras cada uma pelo privilégio. Hmm, Fortnum, você ainda é uma das minhas lojas preferidas na cidade mas acho que bolo eu vou comer em outro lugar.

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Chá em Winkworth, onde fui procurar o outono. :)

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Grey is the warmest colour / Two shades of grey. :D

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Já pus as luvas em uso:

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O outono? Tá aqui:

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Já estive em Winkworth antes (aqui e aqui) e vale a visita para os autumn lovers como eu, entre o fim de outubro e o começo de novembro. ♥

Decidi ir conhecer o Wa Café, um café/padaria japonesa em Ealing (pertinho da estação do metrô). Fui sem muita convicção (doces japoneses tradicionais podem ser meio, erm, complicados) mas me surpreendi positivamente. Tudo é feito no local, tudo estava uma delícia, o lugar é uma graça, os preços justos e o atendimento é nível Japan. :)

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Breve venho contar melhor a experiência. :)

E pra encerrar a semana, entrando no clima do halloween em Morden Hall:

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Cereal Killer Café, Shoreditch

Semanas atrás fui conhecer o famoso (e polêmico) Cereal Killer Café de Shoreditch. Para quem não conhece, e se o trocadinho do nome ainda não foi dica suficiente, trata-se de um café especializado em servir cereal. E mais nada. Ok, eles têm torradas também, mas o carro chefe são os carboidratos em caixinha. Os gêmeos proprietários, hipsters born and bred (incluindo o cabelo cinza + barbas da moda), explicam que recebem desde pedidos de casamento de quem amou a idéia a ameaças de morte de quem achou tudo muito ridículo.

O café fica no número 139 da Brick Lane (onde rola o famoso mercado nos fins de semana) e se você não prestar atenção vai perder a portinha pintada de preto e sem placa. É um lugar para quem definitivamente gosta de cereais, como se pode perceber:

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A oferta é vasta, entre cereais nacionais e importados de todo o mundo – especialmente dos EUA. Você escolhe o cereal (ou o mix de cereais) + o leite (integral, semi ou soja, que é gratuito mas você pode incluir um shot de aromatizante por 40 centavos) e os toppings (60 centavos cada). Outra opção é selecionar alguns dos “combos” que eles disponibilizam; no menu do site você pode ver todas as opções. Uma delas se chama “cocô de unicórnio” e parece que a escala Pantone vomitou arco íris na sua tigela.

Ready to tuck in?

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Eu, sempre comedida (mentira, é que eu não tinha visto a opção colorida, rs), pedi Reese’s (cereal de manteiga de amendoim), shot de caramelo no leite e, como topping, um simpático Happy Hippo. ♥ Saudades de comprar Happy Hippos aos fim de semana lá em Jersey, onde por algum motivo eles são mais populares do que aqui. A cobertura de golden syrup Lyle’s é cortesia da casa, e a luminária é uma tigela de cereal do seriado Dukes of Hazzard (a série original, dos anos 70/80):

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Não lembro qual cereal minha companhia pediu, mas ela preferiu o leite puro e se arrependeu amargamente (no sentido literal da palavra) de ter pedido um café. Eu tomei apenas o leite que sobrou depois que despejei no cereal.

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Veredito: tarra bão. ♥ As partes chatas:
– O café aparentemente não é bom;
– As tigelas poderiam ser mais bonitinhas;
– A porção “média” é na verdade meio pequena (essa tigela sumiu em segundos e eu como devagar);
Agora eu quero voltar pra experimentar outras misturas. Damn. :(

Quem pediu esse chocolate quente aí embaixo se esbaldou, hein? Risos.

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Eles também vendem souvenirs relacionados a cereais: chaveiros, carteiras, cadernos, canetas, etc. Também há uma coleção de memorabilia cerealística em exposição no porão do café – todos aqueles brindes cafonas de plástico, bonequinhos toscos, canecas comemorativas, tigelas que você ganhava se juntasse dez embalagens para trocar, etc.

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A “polêmica” vem do fato de ser uma empreitada meio modernete e “desnecessária” num lugar considerado de baixa renda. Na época em que o café abriu lembro que houve um intenso debate nas redes sociais sobre a validade de se cobrar 3.50 numa tigela de ceral numa área “pobre” como Shoreditch; mas a mesma área tem diversos cafés de rede, como Starbucks (muitos que inclusive se valem de artimanhas jurídicas para evitar pagar impostos em solo britânico), várias lojas de produtos vintage de grife (ou seja, não exatamente baratos ou necessários) e ninguém está reclamando… Shoreditch há muito tempo já foi invadida pelos hipsters e seus cafés artesanais/pães orgânicos/sanduíches veganos/bolos sem glúten cobrando muito mais caro e não entendi a razão de direcionar todo o ódio para os gêmeos dos sucrilhos.

Lembro de ter ficado sem entender argumentos como “esse é o preço de uma caixa inteira de cereal!”, quando é óbvio que uma caneca de café no Starbucks também não custou exatamente o mesmo que você paga por ela – a diferença entre o custo de produção e o preço de revenda é o lucro do comerciante. Ninguém abre um estabelecimento para vender coisas pelo mesmo preço que comprou. Existem contas, aluguéis e salários a pagar, e o dono do café precisa comer.

Alguns dias depois da minha visita o Cereal Killer foi alvo de uma passeata promovida por um “grupo de radicais de esquerda” que atende pelo simpático nome de Fuck Parade, com direito a pessoas usando máscaras de porco, carregando tochas acesas e gritando palavras de ordem. Tinta vermelha foi jogada nas janelas (escreveram a palavra “escória”) assustando clientes no estabelecimento. O protesto é válido já que vivemos numa sociedade livre e o conceito de “limpeza social” realmente dá arrepios; eu só acho o foco meio equivocado uma vez que o processo de gentrificação já estava instalado quando esses moços chegaram e o máximo que eles fizeram com o hype foi trazer mais gente para uma área que fica meio abandonada durante a semana, beneficiando assim TODO o comércio local. O assunto não é tão simples e eu poderia falar por um bom tempo – mas hey, esse é um blog sobre lifestyle, e não sobre política/economia. Nevermind. ;)

E você, iria a um café para comer cereal? :)

The Robin Craft Café

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Café simpático nas imediações de East Sheen, com staff agradável e bolos gostosos. Eles também servem comida de inspiração tailandesa/vietnamita – noodles, curries, sanduíches e saladas. O lugar é bonitinho e decorado com capricho (ou seja, instagram paradise!) e tem um jardinzinho pitoresco nos fundos caso você prefira mais luz natural para as suas fotos, ops, refeições. :)

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O café é decorado com aquele capricho tipicamente asiático e as bebidas quentes são servidas em graciosas xícaras/pires feitos à mão, a superfície irregular e os desenhos delicados dando a idéia de arte feita por crianças. Nunca vi delas em outro lugar; não sei se eles mesmos fazem ou se o fornecedor não é muito conhecido. Da próxima vez que eu for lá vou perguntar se eles vendem. :)

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Pra quem curte “latte art” eles sempre fazem um desenho fofo na sua bebida. :)

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O latte e o chocolate quente estavam ótimos; quero experimentar o café vietnamita (com leite condensado ♥)

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Acho que eles não têm site, somente a página do Facebook. É bom chegar cedo nos fins de semana, porque à tarde já não costuma sobrar quase nada além de croissants ou cupcakes.

E um rolêzinho pela área:

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On this site, Sep 05, 1782, nothing happened” – chorei. :D

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Eu sempre quis um pórtico de madeira para a frente da minha casa com uma portinha vermelha e muitas flores. Bem, o pórtico não rolou, mas a porta vermelha check! e as flores, well, meio negligenciadas mas estão lá. :)

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6×6 – Facades

E o tema do 6×6 de Outubro tem a ver com um dos meus assuntos preferidos. :) São muitas as fachadas bonitas e interessantes numa cidade com arquitetura e história tão ricas. Escolhi algumas que talvez não sejam as mais famosas ou bonitas, mas que têm algum significado bacana pra mim.

A Floris é a loja/fabricante de perfumes mais antiga da Inglaterra ainda em funcionamento e é mantida pela mesma família de origem espanhola que começou o negócio nove gerações atrás, em 1730. Fica no número 89 da renomada Jermyn Street, rua que concentra as mais famosas e tradicionais alfaiatarias, perfumarias, sapateiros e chapeleiros da Inglaterra; tudo para servir o cavalheiro que deseja se vestir com classe e elegância. A fachada se manteve inalterada desde a abertura, a escultura do Brasão Real indicando que a loja possui uma autorização especial para fornecer seus produtos à família real britânica – sim, eles são os perfumistas oficiais da rainha. O interior é ainda mais bonito, com as estantes e balcões de mogno em estilo vitoriano que vieram da Grande Exibição de Londres em 1851.

Localizado no número 06 da Oxford Street, The Flying Horse é o último pub restante em toda a extensão da rua; todos os outros 50 e tantos já não existem mais. Muitas vezes eu digo pros outros que uma das ruas mais famosas e movimentadas de Londres só tem UM pub e eles não acreditam. Isso indica uma mudança de hábitos nacional; a juventude hipster não vê muita graça em pubs e prefere se reunir em cafés, bares e restaurantes pop-up. Anyway, esse pequeno notável resiste desde 1790, já passou por algumas mudanças de nome mas reverteu ao original e continua oferecendo cerveja e batata frita aos passantes de uma das ruas comerciais mais hype da Europa.

United Kingdom House é qualquer coisa de awesome. Além dessa fachada maravilhosa, inspirada no estilo barroco de Hampton Court e que ocupa um quarteirão inteiro, o prédio passou por mudanças estruturais intensas que ninguém jamais seria capaz de adivinhar olhando de fora. Dá pra crer que esse exterior com cara de “bolo de noiva” tem esse interior ultra moderno? A construção foi inaugurada em 1906, originalmente como a primeira loja de departamentos de Oxford Street e vendendo items de mobília produzidos pela empresa Waring and Gillow. Algumas décadas mais tarde a demanda por prédios modernos com conectividade digital, ar condicionado e afins fez com que TODO o interior fosse demolido e reconstruído, mantendo a fachada que é protegida por ser de interesse histórico/arquitetônico. Hoje várias empresas digitais e de mídia (BBC, Microsoft, Apple, Sony, Time Warner, Nike) ocupam o endereço localizado na junção entre Great Titchfield Street e Oxford Street, num relacionamento harmônico entre arquitetura clássica e modernidade.

Esse estabelecimento, que pelo tema me faz lembrar a Vesúvio na Rua da Carioca no Rio, atende pelo nome James Smith & Sons e produz e vende guarda chuvas (sempre uma necessidade no clima chuvoso do reino), sombrinhas, bengalas e similares no mesmo ponto em New Oxford Street desde 1857. A loja foi fundada em outro endereço nas proximidades há quase 200 anos e é uma insitituição local; já teve como clientes lordes, primeiros ministros e membros da realeza. A fachada envidraçada com os letreiros originais da época, detalhes em latão e a plaquinha em forma de guarda chuva resiste ao tempo e é puro charme vitoriano.

The Golden Lion é um pub nas proximidades de St. James e eu achei curiosa essa fachada fininha rococó “ensanduichada” no meio aos outros prédios mais modernos. Foi construído entre 1897 no lugar de uma taverna com o mesmo nome aberta em 1762, e o design é dos arquitetos Eedle and Meyers, responsáveis por vários pubs em Londres. A fachada tem janelas formadas por um mosaico envidraçado, e como ao lado ficava o teatro de St. James (demolido em 1957) o pub tem um tema meio teatral, incluindo o “Theater Bar” no andar superior que contém alguns artefatos resgatados da demolição do antigo teatro. Aparentemente a comida é boa, então entrou na lista pra experimentar! :)

E por fim, a antiga fachada do Lloyds Building não poderia ficar de fora – ou melhor, “de fora” é tudo o que ela é. Como você pode ver melhor nessa foto aqui, é apenas uma fachada mesmo:

O prédio fica bem no meio do centro financeiro. O prédio “novo”, conhecido também como o “Inside out building”, foi construído em 1986 e é um espetáculo em si; as fotos não fazem justiça e ele é bem mais impressionante ao vivo. Todas as estruturas de serviço (cabos elétricos, hidraulicos, elevadores, escadas de incêndio, etc) foram construídas do lado de fora para maximizar o espaço interno, seguindo o estilo do Pompidou Centre em Paris – porém o Lloyds é muito mais bonito, sorry. O prédio serviu de locação para diversos filmes (saca o interior) e a fachada antiga, em Leadenhall Street (onde essa foto foi feita), foi preservada como uma homenagem à história do prédio e da cidade. :)

Outras frentes:
Taís (Irlanda) – Paula (Holanda) – Alê (Ucrânia) – Loma (Coreia do Sul) – Paula (Austrália)

Valley of Health + Three Things

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Eu fiz essas fotos há uns 2 anos, quando descobri esse lugar onde uma criatura muito sortuda das minhas relações tem o privilégio de habitar. Mas quando baixei as imagens vi que estava tudo desfocado – provavelmente consequência do sensor imundo da minha câmera. Mas sei lá, essa semana senti um afeto nostálgico por esse pedacinho de interior escondido numa quebrada no norte de Londres e aí lembrei que essas fotos ainda estavam por aqui. Tá borrado, mas é de ♥

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Essas plaquinhas azuis indicando que pessoas célebres ocuparam aquele endereço estão por toda a parte.

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3 coisas que mal posso esperar
– minha próxima viagem (seja pra onde for)
– outubro, outono, “sweater weather” e poder voltar a usar botas quentinhas
– a renovação do meu banheiro: pisos, pia e armário novos

3 coisas que me dão medo
– insetos (especialmente os voadores ou rápidos)
– escadas espiral em ambientes fechados
– a vinheta de encerramento da Porta da Esperança (sim, até hoje)

3 coisas que me dão preguiça
– vlogs e podcasts
– gente super extrovertida
– passar roupa (por isso nunca passo)

3 coisas de que eu gosto
– meias felpudas da Primark
– barulho de chuva
– passar chá de folhas pelo coador

3 cheiros que eu gosto
– cloro/água sanitária
– loção hidratante Johnson’s Baby
– cimento fresco

3 cheiros que eu não gosto
– perfumes marc jacobs
– peixe
– cigarro (de maconha, inclusive)

3 comidas GIMME MORE
– biscoitos (desde que não levem chocolate/gengibre/nozes)
– bacon (o corte britânico)
– panetone com passas (fuck chocotone)

3 comidas “prefiro a fome”
– quiabo
– beterraba
– chocolate amargo

3 redes sociais favoritas
– instagram
– twitter
– pinterest

3 redes sociais desgracentas
– facebook
– linkedin
– google +

3 bebidas preferidas
– coca zero
– cidras (menos a tradicional de maçã, porque boring)
– vinho

3 bebidas que nope
– chá verde (e derivados)
– água de coco
– red bull

coisas que eu quero fazer
– me livrar dos carpetes no andar de cima
– ir a Tóquio novamente
– assistir meus dvds novos

3 coisas que eu deveria fazer
– pintar as paredes do estúdio
– plantar as roseiras antes que a temperatura esfrie
– terminar de editar as fotos que estão na fila

coisas que eu sei fazer
– versões de improviso para músicas
– bordar ponto de cruz
– entediar todo mundo

3 coisas que eu não sei fazer
– cozinhar
– deixar o avesso do meu bordado organizado
– olho esfumado (mas estou melhorando)

3 coisas que estão na minha cabeça
– a to-do list da faxina semana
– pôr os macarons na geladeira para não estragarem
– a necessidade chata de renovar o passaporte brasileiro

3 coisas que eu falo bastante
– caralho
– fuck me sideways
– good grief

3 assuntos de que eu falo bastante
– música
– comida
– natureza humana

3 coisas que eu quero
– Perfume Vol de Nuit da Guerlain
– três fotínias para plantar no jardim
Funko Pops Bob’s Burgers

3 coisas que me acalmam
– desenhar
– assistir filmes
– dormir

3 coisas que me estressam
– Drama/carência
– Pessoas que falam aos berros
– Sites que travam o meu computador

3 coisas que eu vou fazer essa semana
– plantar as suculentas que comprei em borough market
– jantar no duck & waffle
– tomar café com a S.

3 coisas que eu fiz na semana passada
– comi donuts quentinhos sentada no south bank olhando o sol se pôr sobre o tâmisa
– degustação de macarons na pierre hermé
– tomei meu primeiro pumpkin spiced latte do starbucks (e o xarope estava todo no fundo do copo)