Get the party started.

Passei a véspera do reveião ciceroneando turistas brasileiros numa Londres superlotada de… turistas brasileiros. Uma amiga de Jersey trouxe o sobrinho e a namorada para uma estadia na ilhazinha, incluindo dois dias na ilhona. Já estava impossível transitar em certas áreas, a ponte de Westminster tomada e as pessoas eram obrigadas a andar na pista, disputando espaço com carros e ônibus. O medo de ser atropelada disputava espaço com o medo de ter a bolsa arrancada das mãos. Os jovens queriam fazer TODOS os programas de turista que eu particularmente não aprecio e a cidade estava literalmente explodindo. A espera estimada na fila do museu era de TRÊS HORAS. Por toda a parte só se ouvia português, na voz de brasileiros reclamando da superlotação mas encarando o desafio. Por fim, os meninos acharam que era sacrifício demais para ver celebridades de cêra e desistiram da idéia – UFA. 

Sugeri um passeio turístico de ônibus double decker para ver a cidade (já que eles tinham tão pouco tempo aqui), mas a moça disse que “não queria andar de ônibus”. Risos. Levei-os então para a London Eye, onde ficaram mais de duas horas na fila enquanto eu e a amiga sentamos num restaurante chinês estilo buffet e batemos papo com uns rapazes brasileiros super simpáticos que estavam fazendo uma viagem mochilão pela Europa. 

Mais cedo fomos para Piccadilly e Oxford Street, onde o rapaz tentou sem sucesso encontrar um Nike Shox – que não faz sucesso por essas bandas por ser um modelo esportivo. Lembrei das histórias que ouvi de outros brasileiros, que diziam (em tom de zoeira carinhosa) saber identificar os conterrâneos recém-chegados pela roupa: para ambos os sexos, “calça jeans de lavagem clara + jaqueta estilo bomber ou casaco de moleton con capuz + Nike Shox”. Em Tottenham Court levei-os para comer coxinha com guaraná, porque depois de reclamar até do suco servido aqui eu achei que eles mereciam relembrar com saudade de tudo aquilo que haviam deixado para trás 20 horas antes. Hahaha.

Por fim terminamos o dia sentados na estação de Victoria, nos deliciando com as batatinhas crocantes do Burger King (claro que o sanduíche do Brasil, na opinião deles, era melhor) e apesar das pernas cansadas e do tumulto inacreditável, foi divertido e rimos um bocado de todas as situações. Agora eles já devem ter chegado em Jersey e eu realmente espero que eles consigam reservar uns dias para ir a Paris como pretendem. Porque as melhores diversões da ilhotinha no inverno (já que não rola praia) são caminhadas pelo campo, vegetar na frente de lareiras e comer fora. Como eles estarão hospedados na cidade, numa casa pequena, sem espaço pra lareiras e vão querer arroz com feijão todos os dias, eu realmente não sei como vai ser.

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Reveião em país de clima frio é sem graça. Ao invés do Natal, que tem um clima familiar e intimista, a celebração do começo de um novo ano pede festa. De preferência ao ar livre, pois fogos são tradicionais. Londres tem um foguetório considerável, mas depois que ele termina a polícia chega enfiando todo mundo para dentro do buraco de metrô mais próximo e prontocabou. Se quiser continuar celebrando, só se pagar com antecedência para entrar em algum clube ou pub lotados. E mesmo assim a cidade está cheia de gente saída da paraísos tropicais, usando um casaco por cima do outro, carregados de bolsas de lojas de desconto e reclamando que “aqui não tem boteco vendendo salgadinho.” Existem hotéis às margens do Tâmisa  que já não têm mais vagas para o reveillon… do ANO QUE VEM.

Não fosse O Calor eu até gostaria de estar no Rio. Mas existe O Calor. E existe também a falta de planejamento, amigos avulsos (que não configuram mais uma turma) querendo fazer coisas diferentes, falta de planejamento, preços abusivos e minha mãe querendo me arrastar para a igreja. Eu já mencionei O Calor? Assim sendo, estou vestindo pijama de flanela, chupando uma lata de leite condensado e assistindo Julie Andrews rodopiar pelas montanhas em A Noviça Rebelde. Logo tomarei O ÚLTIMO BANHO DE 2012 (eu também detesto essa piada, não se aflijam) e me depositarei neste sofá, no colo um prato de feijoada que Respectivo está terminando de fazer.

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Ok, você me irrita e muito às vezes (assim como todas as cidades onde eu já vivi) mas… I still love you, London. Obrigada por me aceitar na panelinha, por me incluir na muvuca, por me aceitar apesar das nossas diferenças e pelas semelhanças que me fazem sentir em casa. Obrigada pelo privilégio de estar aqui. Happy New Year. ♥

Winter Blues.

E aí, tudo em cima para o Natal? :)
Sou fã dessa época do ano. Por motivos de atmosfera festiva, luzinhas natalinas (eu amo fairy lights, costumo tê-las espalhadas pela casa o ano inteiro e elas imediatamente melhoram o meu astral), especiais bregas na TV e muita comida. Especialmente agora que não como mais carboidratos, ter vários dias para me esbaldar neles é razão o bastante para comemorar. E para gastar calorias (e dinheiro) nas liquidações que costumam pipocar pela cidade no dia seguinte ao Natal.

Outro dia eu fiz uma pesquisa de opinião no formspring a fim de saber os motivos que levavam as pessoas a gostar ou desgostar de Natal. Entre os motivos para não curtir sempre estava o fato de ter que se reunir com familiares chatos. Acho que tive sorte nesse aspecto. Sempre passei meus natais em casa, decorando a árvore, ouvindo música, comendo e assistindo a TV sem ter que visitar ou ser visitada por ninguém. Minha mãe sempre se ressentiu, porque para ela essas datas são sinônimo de casa cheia. Mas eu sempre vou agradecer à rabugice do meu pai que vetava essas idéias antes de serem postas em prática. Não consigo imaginar minha casa cheia de tias chatas comendo o meu bolo e os primos que praticavam bullying com a minha pessoa. Assistir o Especial de Natal da Xuxa em paz comendo panetone e cercada de luzinhas coloridas? Essa é a minha praia, esse é o meu clube. ♥

Para celebrar a data, toma a playlist de Natal versão 2012. Tem até Auld Lang Syne em ritmo de samba, OU SEJA. E me desculpo previamente por ter incluído GLEE, mas não achei outra versão mais animadinha de Deck the Rooftops no Grooveshark.

CHRISTMAS TIME VOL. II
01. It’s beginning to look a lot like christmas – Dean Martin
02. Jing-A-Ling-A-Long – Wayne King and his Orchestra
03. What Christmas Means to Me – Cee Lo Green
04. Joy to the world – Whitney Houston
05. Holly Jolly Christmas – Various
06. A Marshmallow World – Brenda Lee
07. Winter – Big Scary
08. Auld Lang Syne – Pink Martini
09. Welcome Christmas – Boris Karloff
10. Here Comes Santa Claus – Doris Day
11. Santa Claus is Coming to Town – Faith Hill
12. O Come All Ye Faithfil – Johnny Cash
13. Jingle Bells – Frank Sinatra
14. O Holy Night – Kelly Clarkson
15. Carol of the Bells – Disney
16. Angels We Have Heard of High – Mormon Tabernacle Choir
17. Christmas Lights – Coldplay
18. Patapan – O Come, O Come – Mindy Gledhill
19. Maybe this Christmas – Ron Sexmith
20. I’ll Be Home for Christmas – Elvis Presley
21. What Child is This? – Charlotte Church
22. It’s Not Christmas Without You – Victoria Justice
23. Gloria – Jewel
24. Christmas TV – Slow Club
25. Deck the Rooftop – Glee

E aproveitando também para repostar a playlist do ano passado, que teve algumas músicas deletadas graças à n00bice do Grooveshark e que eu consegui recuperar graças à uma leitora que me enviou a relação completa de músicas novamente – obrigada, sualinda. :)

CHRISTMAS TIME VOL. I
01. Winter Wonderland – Bing Crosby
02. Do They Know it’s Christmas? – Band Aid
03. Driving Home for Christmas – Chris Rea
04. Let it Snow – Dean Martin
05. Santa Claus is Coming to Town – Jackson 5
06. All I Want for Christmas is You – Mariah Carey
07. Rudolph the Red Nosed Reindeer – Destiny’s Child
08. Last Christmas – Wham!
09. Silent Night – Frank Sinatra
10. Have Yourself a Merry Little Christmas – Judy Garland
11. Merry Christmas Darling – The Carpenters
12. Jingle Bell Rock – Bobby Helms
13. Rockin’ Around the Christmas Tree – Mel & Kim
14. Baby, It’s Cold Outside – Tom Jones & Cerys Matthews
15. Santa Baby – Eartha Kitt
16. Fairytale of New York – The Pogues & Kirsty MacColl
17. Walking in the Air – Aled Jones
18. A Wonderful Christmas Time – Paul McCartney
19. Merry Christmas Everybody – Slade
20. We Wish you a Merry Christmas – Weezer
21. Blue Christmas – Elvis Presley
22. Christmas Through your Eyes – Gloria Estefan
23. War is Over – John Lennon, The Harlem Community Choir, Yoko Ono & The Plastic Ono Band
24.O Come All Ye Faithful – Luther Vandross
25. White Christmas – Darlene Love

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Todos os anos o “inferno astral” inaugura uma temporada salutar de blocks, unfriends e unfollows. Eu sempre termino um ano e começo outro tendo problemas com pessoas. Sempre. Juro que não entendo. Há quem diga que são os ânimos exaltados dessa época, mas não é o meu caso porque o Natal e o Ano Novo só me deixam feliz e com vontade de mandar amor, cartão de Natal e bolo para as pessoas. E só não faço isso com frequência por questões de distância física e, talvez, por ter sido mal interpretada no passado.

É sempre com tristeza que vejo amizades indo embora. Principalmente tendo tão poucas. Mas por outro lado eu sempre recebo de braços abertos qualquer oportunidade de renovação; sou daquelas que ama fazer limpeza de gavetas, armários e jogar fora o que não tem mais utilidade e só ocupa espaço. Eu não acredito em astrologia, nem em forças ocultas, mas se existir alguma coisa não-palpável por aí (nem que seja o acaso) que me ajuda a limpar a vida de presenças nefastas, inúteis e que servem apenas para pesar sem necessidade, estaremos agradecendo viu? Mais espaço para encher de livros, bolo, viagens e amigos de verdade. Venha leve, 2013.

Desculpem pelo mimimi e um Feliz Natal para todos os lindos e lindas. ♥

The season to be jolly

Saracoteando pelos mercados de natal de Winchester e Londres. Eu esperava também visitar os mercados de Bath e Bakewell (e quem sabe algum weihnachtsmarkt alemão), mas dezembro está sendo um mês complicado – recebi visitas, marido teve que viajar, etc. Enfim, quem sabe consigo visitar pelo menos mais um até o dia 25?

O mercadinho de Winchester estava LOTADO, já que ocupa uma área pequena. Quando eu a amiga estávamos saindo percebemos que uma FILA tinha se formado para entrar; não, não havia portão e nem catraca, o mercado era aberto – só estava cheio demais. Curiosamente, a Winter Wonderland no Hyde Park estava bem mais tranquila. Ok, era uma terça feira, mas Londres é sempre tão cheia que me surpreendi por poder andar livremente. Não fiz muitas fotos por motivos de: tagarelamento com a amiga que está indo de volta para o Brasil em breve. Enfim, é o que tem pra hoje.

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No iPhone:

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Mulled wine, vin chaud, gluhwein, quentão… ♥

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Dúvida terrível entre a pipoca e o algodão doce. No final, pipoca wins!

Depois que saímos do mercado em Winchester fomos procurar um lugar para “almoçar” (leia-se FUGIR DO FRIO) e não havia UM ÚNICO estabelecimento local que não estivesse com a lotação esgotada. Não entrava nem mais alfinete. Por fim, depois de mais de uma hora penando em temperaturas árticas, conseguimos uma mesa no pub mais estranho da cidade – com animais (e pedaços de animais) empalhados por todos os cantos. Não consegui fotografar porque além de tudo o pub era muito escuro, mas fiz essas no banheiro feminino: O TETO COBERTO POR MILHARES DE OLHOS DE BONECA. ♥ Creepy-cute.

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Respectivo veio me buscar e jantamos no Flower Pot; o pub que entrou para a história como o local da minha primeira pint de cerveja inglesa real ale. :) De entrada, camembert assado com chutney de frutas – uma espécie de fondue sem panela. Devia ter ficado só na entrada, porque o purê de batatas do prato principal estava pesado e sem gosto. INGLESES, POR QUE NÃO COLOCAM MANTEIGA NO PURÊ???

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Desculpem eu não ter postado o resultado do sorteiozinho na quarta, mas o Tumblr passou quase que o dia inteiro fora do ar (12.12.12, o mundo acabando, e tal). Então a vencedora dessa vez foi a Heli Araújo – por favor entre em contato com os seus dados até o dia 21 (do contrário sortearei novamente). E todo mundo que comentou nesse post continuará concorrendo para o próximo sorteio. :)

Mobile-ing.

Chegou a época de usar luvas de cashmere. Macias e quentinhas.

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Às vezes meio que DÓI sair na rua, mas o frio revigora. Ao contrário do calor, que consome minhas energias com angu quente, e de sobremesa devora a minha vontade de viver.

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Minha capinha de coelho (que tem sido um sucesso de público) no banheiro do Nuovo. E o gelo formando desenhos no chassis dos carros:

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Agenda que fiz + pins de patinho da Paperchase.

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Estreando pulseirinha da Claire’s:

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E a gaiola de 5 libras da Homesense. Pus luzinhas de natal e ela virou uma luminária.

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Brincando de arm party essa manhã: caveirinhas e studs do Ebay, peace sign New Look e os braceletes de couro coloridos são lembranças das férias de verão em Sirmione, na Itália.

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Chegando em casa hoje.

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Fiquei sem computador durante boa parte dessa semana (só com o ipad), por isso não tive como checar/aprovar os comentários e sortear os grampinhos. Rola até quarta feira, promise! :)

Arboretum Part II

Hoje eu fui ao supermercado comprar luzinhas para a minha árvore de natal substituta. A “oficial” e todos os enfeites foram empacotados junto com a mudança e estão, nesse momento, dentro de algum galpão escuro. Provavelmente irritados por terem sido excluídos desse Natal sem poder desempenhar sua função e ter seus 30 dias de fama anuais.

Quando desci do ônibus na porta do supermercado, um casal de idosos estava saindo na minha frente. Ele desceu primeiro, se virou e estendeu a mãozinha enrugada e trêmula para ajudá-la a descer as escadas – que aqui felizmente são bem baixas, ao contrário do que acontece no Brasil onde os idosos precisam escalar o Everest. Ainda assim ela deu uma tropeçada e ele abriu os braços para segurá-la. Os dois já eram bem velhinhos, e se ela de fato tivesse caído com força teriam ambos se espatifado no chão, já que ele provavelmente não teria forças para evitar a queda.

Por sorte ela consegui se equilibrar no último minuto, mas ainda assim sorriu e apertou a mão que ele ofereceu. Achei o gesto dele e o reconhecimento dela de uma fofura ímpar. Sou romântica feito um muro de chapisco grosso, mas admito que casais de idosos sendo fofos um com o outro é uma coisa adorável de se ver.

E o resto das fotos do Winkworth Arboretum:

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Depois que saímos fomos almoçar num pub local, o “The White Horse”.

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Comi uma salada Caesar com frango, queijo brie e bacon. Respectivo foi de faisão, que estava sendo anunciado como selvagem mas ele disse que tinha “gosto de ave de supermercado”. Dali a cinco minutos ele trincou o dente num pedaço de CHUMBO. Ou seja, ou tem gente caçando faisão nas prateleiras do Tesco ou o bichinho era selvagem mesmo. :)

Por que será que coca cola (diet ou não) de garrafa de vidro é sempre mais gostosa do que a de garrafa plástica ou latinha?

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E agora, o resultado do mini sorteio das cartelinhas de brincos: Isabela Celina Cavedem e Maria Eduarda Mello, please, dêem um passinho à frente e me mandem seus endereços. :) Se as leitoras não se manifestarem em uma semana eu jogo os brincos na roda de novo.

Fiz o sorteio colocando em papeizinhos os nomes de quem pediu pra ser incluído, mas OLHA, isso dá trabalho. Queria saber se vocês têm alguma dica de como fazer isso online. Eu até tinha o endereço de um site, mas que obviamente não existe mais. Gostaria que os próximos sorteios fossem mais rápidos para organizar.

Sim, próximos. Achei fun fun fun e, de vez em quando, vou sortear alguma bobagem baratinha aqui – PELA DIVERSÃO, vamos frisar, antes que alguém me desça a lenha por sortear bijuteria da Primark. Esse blog não tem fins lucrativos e eu não recebo absolutamente nada de nenhuma marca; aqui é tudo feito por amor à blogagem de raiz. ♥ E essa semana tem esses grampinhos para cabelo:

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Comprei os meus especialmente pela coroa e a caveirinha (gótica E monarquista, ok?), mas a cor fluo desse sinal da paz e a asinha com strass também são fofos. Então, mesmo esquema: só deixar um comentário aí avisando que querem participar. Está aberto a todo mundo, seja de que país for. ♥

“Love ain’t no walk in the park”

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Nesse outono tenho ido a muitos parques, tanto aqui pelas redondezas quanto em outras cidades. Ar puro, espaço, a possibilidade de admirar o céu sem muitos prédios ao redor, comer bolo nos cafés, quase sempre um laguinho povoado por aves aquáticas, flores na primavera, folhas coloridas no outono… Parques são awesome. O único problema é que eles atraem pessoas, que em muitos casos costumam estragar um bocado a experiência.

CONTRAS:
– Levam seus cachorrinhos para fazer cocô na grama/calçadas e não limpam.
– Fazem cara feia quando pensam que você está fotografando a criancinha remelenta deles ao invés da paisagem outonal. Lady, no.
– Disparam em bicicletas atropelando pessoas – inclusive nas áres restritas a pedestres, onde ciclistas nem mesmo são permitidos.
– Dão alimentos impróprios para os animais e que fazem mal a eles – pão, por exemplo.
– Deixam o lago imundo com os pedaços de pão apodrecendo.
– Fazem barulho, gritam, espalham uma cacofonia de sotaques estridentes pelo ar.
– Jogam lixo no chão, deixam lixo para trás quando recolhem seus piqueniques.
– Arrancam galhos de árvores e flores. Crianças arrancam quase todas as flores de um canteiro sob o olhar dos pais, que não dizem nada.
– Homens puxam conversa com mulheres sozinhas, deixando-as apreensivas.
– Estragam minhas fotos com sua presença nem tão cheia de graça.

PRÓS:
– Fazem cappuccinos excelentes no café do parque. ♥

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As fotos acima são cortesia do Snapee, a versão japonesa e “kawaii” do Instagram e que em alguns países já é mais popular que o próprio. Uma pena que ele reduza tanto a qualidade das fotos. Se alguém tiver conta lá e quiser me adicionar: @hellololla.

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E eu não esperava que fosse receber TANTOS comentários no post anterior. Uau. Então tinha uma pá de gente lendo esse tempo todo quietinhos, mas comentam para ganhar brinde, né? HAHA. Compreensível. ;) Como a “procura” foi grande eu resolvi comprar mais uma cartelinha de brincos para adicionar ao sorteio. Não achei exatamente igual (eis um “problema” da Primark, eles estão sempre renovando o estoque); o modelo é o mesmo, mas as cores variam um pouquinho. Enfim, esse fim de semana vou sortear ambas entre as pessoas que manifestaram interesse, ok? O resultado entra segunda ou terça. Obrigada a todo mundo que se manifestou. ♥

Falando em parques, estive no Arboretum Winkworth no começo do mês. Ele faz parte do National Trust e fica no interior do condado de Surrey. Segundo consta é um dos lugares mais bonitos do sul da Inglaterra para admirar as cores de outono.

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Desculpem pelo spam; para não ficar pesado demais eu publico o restante das fotos junto com o resultado do sorteio.

Estou enchendo o saco da platéia com fotos de folhas, eu sei. O clima em Jersey é um pouquinho mais quente que o daqui, por isso as árvores não costumam mudar tanto assim de cor. Estou encantada com a beleza da cidade e do interior nessa estação. Ando por aí admirando tudo com os olhos, com a câmera, com o celular e com a memória. Muito feliz por estar aqui. ♥

Cheap as chips.

Como eu sabia que uma colega aqui curte caveirinhas (assim como eu), comprei para nós duas essas cartelinhas de brincos na Primark:

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Ok, as caveirinhas não são exatamente Alexander McQueen, mas tinha também uma cruz (a gente curte), os outros brincos eram usáveis e a cartela inteira custava apenas dois dinheiros. Ok, done deal. Mas qual não foi a minha cara de bunda quando, ao lhe entregar a pacotinho, a caléga simplesmente franziu o nariz e disse, “Primark? Não, obrigada. Não uso nada de lá.” Slap! Tomou, Lolla?

Tá pensando que se trata de alguma treta ideológica com trabalho escravo/infantil ou que a Primark fez a Marisa praticando bullying gordofóbico com os consumidores?? Nope! A caléga simplesmente não compra em “loja de desconto” porque tem “vergonha de usar uma coisa que todo mundo sabe que custou barato” – palavras dela. Achei interessante a declaração e vim aqui perguntar pra vocês: procede? Alguém aqui tem problemas em usar roupas de lojas populares, mesmo se a qualidade não for tão inferior à das lojas de departamento?

Eu compro na Primark desde que descobri a loja. Prefiro os básicos, porque a qualidade tende a ser melhor e o preço idem. Não costumo gastar muito com vestimenta; a exceção são bolsas, porque sendo clássicas e de boa qualidade eu sei que vão durar a vida inteira. Já roupa eu vou detonar lavando na máquina, vai sair de moda, eu vou me cansar. Sapatos eu vou enfiar na lama, gastar a sola, meus pés vão crescer (sabiam que depois dos quarenta anos os pés crescem alguns milímetros por década??). Ou seja, não vejo sentido em pagar fortunas por essas coisas – apesar de não criticar quem faça. Cada um gasta seus suados dinheiros onde bem entender; o importante é movimentar a economia.

Outro dia entrei na filial da Primark em Stratford pra comprar essa bolsinha de maquiagem que vi com outra amiga (que não tem vergonha de comprar lá):

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Espaçosa, de camurça preta com apliques de pedrinhas douradas. Bem perua. Duas lilibetes. Infelizmente lá chegando acabei sendo sugada para dentro do buraco negro das Barganhas Imperdíveis. UMA HORA depois, 70 lilis mais pobre, eu saí da loja com duas sacolas pesadas. Comprei uma pá de coisas, entre elas esse sapatinho aí embaixo.

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Mesma idéia da bolsa de maquiagem, só que com pedrinhas multicoloridas. Super confortável, uma fofura desnecessária com um quê de carnavalesco que me deixará satisfeita se durar até o próximo inverno.

Essa bota foi uma compra mais incerta. Fui fisgada pelos spikes – que viraram de vez “tendencinha”, o que significa que poderei comprar coisas com detalhes pontiagudos, esperar a moda passar e então usar à vontade, haha.

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Rodei um tempo com a bota dentro da cestinha e tentei várias vezes devolver para a prateleira, mas não consegui por motivos de: CONFORTO. Como ela é meio larga em cima dá pra usar com meia grossa no inverno.

Eu já tinha mostrado aqui esse anel em preto, e resolvi comprar o verde também:

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Já que eu não posso comer na rua, sobra troco em moedinhas para alimentar meu complexo de princesa. SHINY!

Cachecol e gorro de tricô. Boa qualidade e não muito diferentes que os da GAP.

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Ainda sobre os básicos, a lingerie da Primark também é aceitável. Eu jamais entrarei na Victoria’s Secret ou Agent Provocateur, então essas aí cumprem a função.

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Eles também têm thermals, peças feitas de malha levemente escovada por dentro a fim de torná-la mais quentinha. Imprescindível quando a coisa fica climaticamente desafiadora. Em várias cores e modelos diferentes.

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Achei esse cabide interessante para guardar colares e echarpes; difícil foi achar um que não estivesse com pelo menos um gancho quebrado:

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MELHOR MEIA CALÇA. Sério. 150 denier (bem grossa), opaca, de algodão quentinho, tamanho perfeito (não sobra, não falta e não fica descendo) por 3 libras.

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À esquerda pacote com duas fronhas avulsas (que eu estava precisando) e dois pacotes de lenços umedecidos de limpeza. Quebram um galho para tirar maquiagem.

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Também comprei pijamas de fleece e um roupão de capuz TÃO macio e quentinho que eu quero usar o tempo TODO. Quero uma corner shop com drive thru.

Então, tô sem saber ainda se eu sou uma mão de vaca que devia tomar vergonha e ir fazer compras em lojas decentes OU se a minha colega não passa de uma coitada metida a besta que não quer que as pessoas saibam que ela não tem dinheiro – sendo que não temos mesmo e é isso.

Lembrando que isso não foi um publieditorial da Primark – que nem precisa; vende mais que chocolate na páscoa e se dá ao luxo de nem ter loja online. E se alguém aqui quiser dar um lar à cartelinha de brincos rejeitada, só falar aí nos comentários. Se tiver mais de uma pessoa que queira, farei sorteio. Lol.

E por falar em barganhas/pechincha/pobreza, olha o que eu achei na rua sexta feira passada quando estava indo jantar:

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O aparador estava junto ao muro de uma clínica dentária e eu prometi que, se estivesse lá na volta, eu o levaria pra casa. Bem, estava, e agora mora no meu “hall”. :D Não sei se pinto, se deixo na cor natural, se coloco vidro ou azulejos antiguinhos para cobrir esse buraco no meio, se uso o buraco para colocar guarda-chuvas ou uma planta… Mil idéias.

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Your trash, my treasure. ;)

Say hello, wave goodbye.

Semanas atrás eu disse um adeus às pressas, meio relutante, meio incerto porque não sabia se ia voltar ou não para o dia da mudança. Não voltei. E acho que já sabia que não voltaria; foi apenas um truque (in)consciente para evitar o momento do adeus – que sempre, sempre me incomodou. Não funciono em despedidas, especialmente as irreversíveis. Afaguei a Maluca, que dormia em sua cama favorita: um enorme cachorro de pelúcia do lado da janela que mais recebe sol. Um banho no banheiro azul (“não é o último” – mas foi), que eu projetei, decorei e pintei sozinha; observei a vista da janela e os erros de iniciante que o meu pincel deixou nas paredes. Olhei pela janela do sótão, minha vista preferida, o jardim que já estava sendo cuidado por estranhos. Entrei no carro para o aeroporto a fim de pegar meu vôo para Londres e, atrasada, esqueci de olhar para trás.

Uma semana depois, assim que o último caminhão de mudança saiu, Respectivo trancou a porta da frente e jogou a chave para dentro pela abertura do correio – em definitivo, oficializando a entrega. Mas deixou para chorar no carro, quando o amigo que veio ajudar com as caixas já tinha ido embora. Na saída arrancou do muro a placa de madeira velha e gasta (que nunca trocamos) com o nome da casa e a trouxe consigo. Maison de La Palloterie. Que doravante se chamará “Saint Honoré” (argh, se me permite) e não nos pertence mais.

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chave da casa, quando a recebemos em 2004

Muito obrigada, Jersey. Por tudo. Por me acolher, me ajudar a adaptar, me ensinar a ser daqui. Pela beleza, as vacas, a comida, os poucos mas queridos amigos que fiz, o sótão rosa, os natais e aniversários, os muitos pubs visitados, as manhãs de domingo ao som do vento nas árvores e do sino da igreja, as longas caminhadas de inverno onde nos conhecemos aos poucos através dos seus atalhos, pelo silêncio, pela Maluca e por seis anos maravilhosos com o meu melhor amigo.

Goodbye and thank you. We’re missing you already, and hope to see you again someday. ♥

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One day, Queensway.

LISTINHA DE DESPRAZERES DO DIA:

– Gente que acha que, porque aprendeu a desfocar o fundo da imagem, já pode tacar um “FINE ART PHOTOGRAPHY” no perfil do Flickr.

– Gente que acha que entende de nutrição só porque faz dieta. Tem uma pessoa que posta uns links sobre o assunto na minha timeline do Facebook e todas as vezes que clico me surpreendo com a quantidade de coisa absurda/errada. Como ela tem muitos seguidores que fazem dieta e são totais maria-vai-com-as-outras, eu acho meio irresponsável. Recomendo se informar antes de compartilhar boataria e mitos como se fossem “dicas”. Por favor.

– Gente que faz piada com os meus batons “vagabundos”. Vou contar como funciona o padrão da brasileira que se muda para a europa: no primeiro ano, todas piram ao se dar conta de que maquiagem da MAC, Dior e Lancôme não custa mais dois rins (um só). Em menos de seis meses até o lenço de papel pra assoar nariz que a pessoa leva na bolsa tem o logotipo da Chanel no pacote. E aí passam-se os anos, a novidade já não é mais novidade, você percebe que a) existem outras coisas que você quer comprar e que b) o batom da MAC dura o mesmo tempo na boca que o da Rimmel. E aí o padrão muda: “MAC? Dane-se a MAC: OLHA AQUI ESSE BATOM, DUAS LIBRAS!!!” Hoje em dia praticamente só tem farmácia na minha bolsinha de maquiagem. E sim, meu batom favorito nos últimos anos tem sido o brilho labial da linha Fruit Shine da Nívea. ♥

Fui a Queensway outro dia comprar uns necessários no “Brazilian Market” (adoçante pra mim, paçoca e doce de leite para mandar para uma amiga).

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Oi, meu nome é Lolla e eu não sei fazer foto de look. Mas a blusa é da Uniqlo, a jaqueta Jane Norman, a saia H&M, o sapato da Street, bolsa Prada, colar TopShop e o chapéu foi mamãe que fez. ♥
Eeeee, sempre quis fazer isso. :)

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Escadaria da estação de Queensway e a vitrine do mercadinho Casa Brasil onde você pode comprar Havaianas superfaturadas (que marketing o desse chinelo… Feio e desconfortável, na minha infância era chinelo popular e agora contratam Carolina Dieckmann pra fazer comercial), leite Ninho e esmaltes Colorama.

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Pôster do filme “The Perks of Being a Wallflower” na estação. Foi meio massacrado pela crítica, acho que deve ser chato, mas eu quero ver. Por causa do Ezra Miller e apesar da picolé de chuchu Emma Watson. “Dos produtores de Juno”. Eu detestei Juno. Pra mim Ellen Page pra sempre terá cara de criança prodígio.

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Amo pouca coisa na vida mais do que mercadinhos de imigrantes onde o rótulo dos produtos é um mistério.

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Tempo nublou? Os displays de chapéu de chuva a preço de banana ocupam as calçadas. E uma pergunta para os leitores: ALGUÉM aqui já recebeu um desses postais com a cara gigante da Princesa Diana (ou da Rainha) em cut-out? Porque eu os acho tão assustadores e feios que me pergunto “será que alguém compra isso?” E aquele cut-out ali no cantinho, com a foto de um prato de FISH AND CHIPS? I die.

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Rainy Queensway… Essa área é meio caótica, mas logo ali na frente aquelas árvores pertencem ao Hyde Park.

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Queensway tem um mini shopping chamado Whiteleys. Foi o primeiro de Londres, já foi super chique e exclusivo. Hoje em dia não é lá essas coisas em matéria de lojas (pelo menos tem uma Zara e uma Toys’R’us!), mas como é bonito.

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Mochilinhas/malas infantis. É ERRADO EU QUERER UMA? ISSO FAZ DE MIM UMA MÁ PESSOA??

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Passando no supermercado pra comprar a janta.

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Em casa, lendo o Evening Standard (jornal diário que é distribuído gratuitamente nas estações de metrô da cidade) e admirada com o preço desse casaco de inverno: dezenove lilis.

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MELHOR. BISCOITO.

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Acho que essa foi a última Lula que comprei. Eu sei, eu disse a mesma coisas seis meses atrás, mas virou uma Vogue metida a cult. Editoriais clichê (OUTRA loira num vestido em tom pastel segurando balões coloridos? ATÉ QUANDO?), entrevistas com gente do “mundinho da moda” que ninguém fora do mundinho da moda conhece ou tem interesse em conhecer, páginas e mais páginas de propaganda, artigos pouco inspirados, falta de diversidade racial nas modelos e o PEOR: pararam de usar a fonte especial que só eles tinham e a revista agora custa OITO libras. Bye, Lula. You’re no longer the girl of my dreams. </3

Instagramming.

Sempre esqueço de fazer o “Paradão Instagram” semanal. Principalmente porque esqueço de postar no Instagram todos os dias. Então, para quem não tem Instagram ou não me segue, as últimas fotos do stream.

E se você tem Instagram e não me segue: BAD READER. NO DONNUT FOR YOU. :(

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Uma das últimas fotos que fiz da Maluca em Jersey. Sniff, sniff.

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Detalhe de vitrine em Columbia Road.

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Bikes estacionadas em Charterhouse Square, pertinho do trampo do Respectivo.

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Bovinos: amor verdadeiro, amor eterno. ♥

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Cottage @ Jersey.

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Bicester Village.

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Última foto do meu ex-jardim.

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Feet.

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Tentando me acostumar a fazer as unhas de novo.

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Summer in Italy.

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“Never look back”.

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Céu em Lewes – isn’t England beautiful?

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Queenie’s fangirl. :)

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Anéis novos. Caveirinha da New Look, o outro é da Primark.

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Mapinha de Reading, no começo de um dos dias mais legais de 2012. :)

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Escolhi “hope”, “wisdom” e “courage”. É tudo o que precisamos.

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Memorial de guerra em Wanstead.

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Hello Autumn. :)

Agora vou ali cair de cabeça no sábado e fuçar a ASDA e a TK Maxx de Leytonstone em busca de tralhas de Halloween.

Autumn Tracks

Passo uma semana fora e, na ida ao supermercado essa tarde, me dou conta de que o outono já está mesmo por aqui. Umas fotos bestas de celular para registrar o momento. :)

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E casualmente, como se fosse um gato, uma raposa desfila pela rua.

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E por falar em estações, uma playlist intitulada “The Summer that (almost) Never Was”. Porque na verdade aqui ele praticamente não existiu, salvo o período das olimpíadas. Mas aí eu já tinha desistido de esperar por ele, engavetado meus planos e trilhas sonoras, e foi como se nunca tivesse de fato acontecido. Enfim, postei os vídeos no formspring e resolvi deixar aqui também. :)

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Closer than this – St Lucia
Forever – Haim
Sweet Disposition – Temper Trap
Summertime Sadness – Lana del Rey
Something Better – Beat Club
Velvet Elvis – Alex Winston
Before the Dive – St Lucia
Origins – Tennis
The Reflection of You – Bear in Heaven
Major – The Asteroids Galaxy Tour
Ashtma Attack – CockNBullKid
In the Backseat – Staygold
Mesita – Pineapple Peak

Aproveitando para postar também um meme musical que eu recebi da Cacá. ♥

1. Pegue seu player (no computador iTunes, WMP, etc) ou MP3/iPod/celular e coloque no aleatório.

2. Liste as 5 primeiras faixas ouvidas.

Bury My lovely – October Project
All Over the World – Spy X Spy
There’s a World Outside – Psychedelic Furs
Hiding Out – Sucré
Crossover – Magnetic Man


3. Qual delas representa o que você está sentindo hoje?

Na verdade nenhuma. Hoje eu estava voluntariamente ouvindo trash. :)

4. Qual delas você não ouvia há algum tempo?

As duas primeiras. Essa do Spy então, jeez, não devo ouvir isso desde a adolescência, haha.

5. Alguma delas te traz uma lembrança marcante? Qual?

“Bury My Lovely” lembra uma longa e feliz viagem de ônibus que durou dez horas. “All Over the World” me lembra intervalos da faculdade, onde eu e a Beth tentávamos explicar para uma patty o significado de “surf music”. “There’s a World Outside” me lembra romances da juventude. “Hiding Out” me lembra de alguma coisa que eu ainda nem sei se vivi. “Crossover” me lembra o Brasil ano passado, ouvindo essa música no mp3 player sentada no ônibus.

6. Qual delas é a sua favorita?

Difícil… Acho que hoje seria “Bury My Lovely”, porque fazia tempo que não ouvia October Project e me fez ter vontade de ouvir o CD (EDIT: acabo de perceber que ele sumiu).

7. Qual delas você definitivamente indicaria para as pessoas ouvirem?

Não sei, eu não costumo indicar músicas porque o meu gosto musical varia entre o mainstream e o bizarro. Acho que nenhuma dessas cinco é particularmente ofensiva, mas também não combinam tanto com esse mundo de Beyoncés e Gagas.

8. Algumas delas possui um clipe que é o seu favorito? Sendo positiva a resposta, poste link do clipe para o YouTube.

“Bury My Lovely”, sem dúvida. No link que eu pus, o top comment explica tanto a letra da música quanto o vídeo. Também gosto do vídeo dessa versão de Hiding Out por ser ao vivo.

9. Relacione as músicas com 5 pessoas e as indique para o meme.

Vou ter que pular essa porque da última vez que relacionei músicas com pessoas (lá pelos idos de 2002) rolou um constrangimento coletivo. Mas quem quiser fazer o meme fique à vontade, por favor. E se quiser deixe o link nos comentários, porque eu adoro conhecer música nova. :)

You can tell she’s anticipating Halloween

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Resultados da visita à B&Q essa tarde: não dá pra ver direito na foto, mas essas luzinhas são mini abóboras. :) Esse ano provavelmente não teremos fotos no pumpkin patch aqui de Jersey. Passei lá de carro uma hora atrás e não havia absolutamente nada que sequer lembrasse Halloween. Fico aqui uma semana, então ainda há esperança de que eles resolvam fazer algo a respeito.

Esse ano vai ter uma mini halloween party (só pra mim). Estou montanto uma playlist aterrorizante, procurando receitas de bloody mary e encomendando cupcakes em formato de cérebro. Uma grande abóbora no quintal e então passar a noite assistindo filmes de terror e comendo devil’s pop corn vestida de Condessa Elizabeth Bathory (ok, talvez sem o cosplay).

Sim, eu tenho 10 anos. Se você queria um blog de adulto, errou de endereço.

EDITANDO: Falei em filmes e olha só o que eu achei: uma lista com vários filmes de terror/halloween para baixar (via All Hollows Eve):

Getting things moving.

Indo para Portsmouth hoje, a fim de pernoitar num hotel e estar de pé amanhã às seis para pegar o ferry para Jersey e passar uma semana desmontando móveis para que a empresa que vai fazer a mudança venha buscar. THIS. IS. ACTUALLY. HAPPENING. Estamos mesmo indo embora.

Vou aproveitar a semana para ver as amigas e fazer uma comemoração – comportada, claro, afinal uma delas vai trazer sua bebê a tiracolo; nossos dias de derreter sorvete no fogão para misturar com vodka estão no passado (pelo menos até baby Melanie crescer mais um pouco? haha). Enfim, serão dias corridos, cansativos, mas são o começo da consolidação de algo que eu sempre quis. And for this I am very happy.

No meio da deprê do último mês e da correria dos últimos dias eu nem tive tempo de registrar pequenas mudanças que fiz aqui, na casa temporária. No momento elas importam pouco porque estamos nos mudando (não tenho palavras para expressar como vai ser bom ter voltar a ter lava-louças e secadora de roupas, sem mencionar uma geladeira e um forno decentes). Mas enquanto a gente não começa a desmontar tudo por aqui também, queria falar sobre a “estante” improvisada, para abrigar coisas que estavam vagando soltas pela casa. Esses caixotes de feira estão bastante populares por aqui e vêm sendo usados em displays de lojas, decoração de interiores, etc. Consegui esse lote na internet e resolvi por enquanto o problema dos CDs e DVDS. Bem, os que temos aqui, né? Faltam os de Jersey. Oh well, vou precisar de uma biblioteca.

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Outra coisa que eu queria há um tempão e só recentemente consegui por um precinho camarada: uma colcha de quadradinhos de crochê, com jeitinho daquelas que a gente encontra na casa da avó. Achei no mercado de pulgas em Lewes e peguei na mesma hora. Me arrependi de não ter pego a outra (eram duas), mas terei a minha chance de novo – eu espero. :)

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As duas almofadas de patchwork da union flag eu também achei no mercadinho de pulgas em Lewes . Assim como esse lindo (bem, pelo menos EU acho) jogo de café em porcelana; completinho, sem um arranhão ou lascado: dez lilibetes. ♥

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Outra coisa que eu trouxe de Lewes foi esse bordado em ponto de cruz emoldurado.

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Não decidi ainda onde vai ficar, mas como estamos de mudança isso não importa.

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Telluride é uma cidade no Colorado e de um ski resort na mesma área. Segundo diz a lenda, o nome é uma abreviação para “To hell you ride”. :) De lá provavelmente veio esse cabideiro (or else) que eu também achei em Lewes. Vai ser bastante útil para abrigar casacos, chapéus e sombrinhas.

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Esse quadrinho veio de Sirmione e eu acho que vou colocar na porta de entrada como advertência para os visitantes.