Making up as I go along

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Gostei da capa do número 6 da LOVE com a linda Elle Fanning. O mercado editorial inglês é uma perdição para quem gosta de revistas.
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Na quinta feira passada estive no Westfield com uma amiga. Passamos na frente de um champagne bar que por sua vez ficava na frente de uma filial da Tiffany’s. Imediatamente me imaginei fazendo a Audrey, mas acabamos almoçando no Nando’s, um restaurante de rede (teoricamente português) que serve galinha frita com molho de pimenta em vários níveis de queimação. Pedi minha galinha “plain”, isto é, sem molho e apenas marinada na pimenta piri-piri. Os refis de coca cola são gratuitos e tive que me contentar com uma salada verde sem graça, porque todos os outros acompanhamentos se resumiam a pão/batata/arroz.

O lugar está sempre lotado, tem um clima animado, os atendentes são simpáticos e prestativos e é uma verdadeira babel de idiomas e nacionalidades. Pena que a comida seja meio boring e o ambiente tão barulhento.

Shoppings aqui geralmente não têm ar condicionado e, ao contrário dos brasileiros, não se transformam num oásis quando faz calor. Pelo contrário. O suor colava na minha testa enquanto eu esperava R. experimentar TODAS as cores possíveis de blush na loja da MAC enquanto me mostrava suas “inspirações” nos sites de moda-beleza dos favoritos do seu iPad.

Resultado do marketing: comprei uma base Lancôme, um blush creme (Posey) e um batom vinho escuro bem gótico (Dark Side) na MAC. Daí lembrei que vi em um dos blogs uma quarteto de sombras Natura custando OITENTA REAIS e de repente meu mini shopping spree de patricinha me pareceu um excelente negócio.

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O Chococat só está aí porque é lindo.

O blush tem uma textura boa, mas achei a durabilidade fraquíssima. Pelo preço e fama da marca eu esperava mais; não compraria novamente. A base, já bastante festejada na internet (especialmente depois de ter sido pela Kate Middleton no dia do seu casamento), dispensa apresentações. Deixa a pele aveludada sem aquela aparência trágica de reboco, espalha bem economizando produto e deixa a sua carinha iluminada e radiante sem necessidade de “glitter” nenhum.

O batom é bem escuro; a vendedora ficou me olhando surpresa quando eu pedi um “batom cor de vinho”. Eu sabia que não se usava essa expressão aqui, mas qual seria exatamente a alternativa? Dark red? Não era bem o que eu tinha em mente. E Bordeaux/Burgundy no fim das contas são nomes de regiões produtoras de vinhos na França, então minha analogia não foi assim tão bizarra…

E agora, enquanto vocês procuram pelos seus queixos caídos em algum lugar debaixo da mesa (sim, é real: escrevi mesmo três parágrafos falando sobre… maquiagem!), eu vou ali procurar o meu, tirar aquele blog pró-consumo do reader (que obviamente foi parar lá sob influência do capeta) e voltar a comprar maquiagens na farmácia.

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