Burn in hell.

E então o que se faz quando seu melhor amigo arruma uma namorada séria e não te faz mais companhia? E quando suas amigas passam tempo demais discutindo se vale a pena pagar mais caro num biquini da Cantão? E quando a sua outra-metade recebe uma proposta irrecusável de emprego… em outra cidade?

Se ainda estivéssemos apaixonados. Naquele sentido pleno e flamejante da palavra. Se, e somente se, então o prognóstico não seria tenebroso. Porque a paixão é autosuficiente, se alimenta de si mesma. Mas a porcaria do amor, não. A presença do outro vira pré-requisito – porque o amor até se auto renova, ao contrário da paixão; mas só com o estímulo da presença.

No MSN, agora:

unlovable says:
eu quero ele aqui pra conversar comigo.

unlovable says:
e tirar o papel de bala da minha mão antes que eu jogue na lixeira, e fazer isso ele mesmo, só pra que eu não chegue perto do lixo.

E é isso.

Agora, sobre a praia de hoje com T., S. e R. Como eu disse lá no flog, ganhei rugas e um câncer de pele. Leia lá a história completa do meu desastre, mas veja as outras fotos da “menina bicolor”, gently brought to you by Livejournal, aqui:

Primeiro, La Playa:

Agora, o camarão:

Eu mereço todo o sofrimento que passarei essa noite.
B.U.R.R.A.

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